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As ¨bondades¨ de Lula antes da eleição vão custar caro para o Brasil?

A política pode impulsionar a economia antes da eleição sem agravar os problemas fiscais depois?

Por Market Makers

23 Sep 2026 09h50 - atualizado em 28 Sep 2026 03h55

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Canetas para emagrecer no SUS, aumento do Bolsa Família (programa de auxílio familiar), mais recursos para a Minha Casa, programa Minha Vida: o que está por trás das novas medidas anunciadas pelo governo Lula na véspera da eleição? E qual poderia ser o custo para a economia brasileira após 2026?

Neste episódio do Market Makers, Thiago Salomão e Leopoldo Rosa recebem José Dezene Jr. e Ivo Chermont para analisar a reta final das eleições de 2026 sob a perspectiva da política e do mercado financeiro.

Nos últimos dias, o governo anunciou um aumento de 15,04% na Bolsa Família, elevando o benefício mínimo para R$ 691 a partir de outubro; O Fundo Brasileiro de Indenização por Indenização (FGTS) recebeu mais R$ 500 milhões para subsídios habitacionais na primeira e segunda faixa de renda do programa Minha Casa, Minha Vida; e o Ministério da Saúde afirmou que está trabalhando para disponibilizar canetas para emagrecer no SUS (Sistema Unificado de Saúde), após estudos e a definição de um protocolo clínico.

A grande questão é: essas decisões estão simplesmente expandindo as políticas públicas, ou o calendário eleitoral também desempenha um papel? E, independentemente da motivação política, quais são os possíveis efeitos sobre o gasto público, risco fiscal, inflação, a taxa Selic, o dólar e o mercado de ações?

José Dezene Jr. analisa o cenário político, as eleições e as decisões tomadas em Brasília. Ivo Chermont aprofunda as consequências econômicas: qual é o limite para novos gastos, qual é o preço do mercado e qual cenário pode se preparar para 2027?

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