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A estratégia que transformou a Smart Fit em um império

A Smart Fit ainda é apenas uma rede de academias — ou o mercado está demorando para entender no que a empresa se transformou?

Por Market Makers

19 Oct 2026 12h02 - atualizado em 19 Oct 2026 12h02

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Neste episódio do Market Makers, Thiago Salomão e Matheus Soares recebem Diogo Corona, CEO do Grupo Smart Fit, para destrinchar por dentro uma das maiores histórias empresariais brasileiras das últimas décadas.

Diogo explica como nasceu o modelo da Smart Fit, por que a empresa apostou no conceito high value low price, como escolhe os pontos das academias, quanto custa uma nova unidade, como calcula retorno sobre o capital e quais são as vantagens competitivas que permitiram à companhia crescer dentro e fora do Brasil.

A conversa também entra no futuro do mercado fitness: GLP-1 e as “canetinhas”, equipamentos chineses, crescimento das academias de nicho, inteligência artificial, expansão internacional e o risco de uma eventual bolha no setor.

E há um capítulo especial sobre o TotalPass. Diogo conta por que decidiu apostar em um negócio que inicialmente canibalizava a própria Smart Fit, como enfrentou resistência para fazê-lo crescer e por que a combinação de academias, estúdios e marketplace transformou a tese do grupo.

No final, entramos na pergunta que interessa diretamente ao investidor: se os resultados da Smart Fit cresceram tanto desde o IPO, por que o mercado ainda está cético com a companhia?

Neste episódio:

  • Como nasceu a Smart Fit
  • Como uma academia ganha dinheiro
  • Capex, pricing e retorno por unidade
  • A expansão internacional da companhia
  • Existe uma bolha no mercado de academias?
  • GLP-1 é ameaça ou oportunidade?
  • A criação e o crescimento do TotalPass
  • Inteligência artificial e tecnologia
  • A transformação da Smart Fit em ecossistema
  • Por que a ação não acompanhou o crescimento operacional
  • O que pode fazer o investidor estrangeiro voltar a olhar para a companhia
    Comente: hoje você enxerga a Smart Fit como uma empresa de academias ou como uma plataforma/ecossistema?

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