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02h 24min
A estratégia que transformou a Smart Fit em um império
A Smart Fit ainda é apenas uma rede de academias — ou o mercado está demorando para entender no que a empresa se transformou?
Neste episódio do Market Makers, Thiago Salomão e Matheus Soares recebem Diogo Corona, CEO do Grupo Smart Fit, para destrinchar por dentro uma das maiores histórias empresariais brasileiras das últimas décadas.
Diogo explica como nasceu o modelo da Smart Fit, por que a empresa apostou no conceito high value low price, como escolhe os pontos das academias, quanto custa uma nova unidade, como calcula retorno sobre o capital e quais são as vantagens competitivas que permitiram à companhia crescer dentro e fora do Brasil.
A conversa também entra no futuro do mercado fitness: GLP-1 e as “canetinhas”, equipamentos chineses, crescimento das academias de nicho, inteligência artificial, expansão internacional e o risco de uma eventual bolha no setor.
E há um capítulo especial sobre o TotalPass. Diogo conta por que decidiu apostar em um negócio que inicialmente canibalizava a própria Smart Fit, como enfrentou resistência para fazê-lo crescer e por que a combinação de academias, estúdios e marketplace transformou a tese do grupo.
No final, entramos na pergunta que interessa diretamente ao investidor: se os resultados da Smart Fit cresceram tanto desde o IPO, por que o mercado ainda está cético com a companhia?
Neste episódio:
- Como nasceu a Smart Fit
- Como uma academia ganha dinheiro
- Capex, pricing e retorno por unidade
- A expansão internacional da companhia
- Existe uma bolha no mercado de academias?
- GLP-1 é ameaça ou oportunidade?
- A criação e o crescimento do TotalPass
- Inteligência artificial e tecnologia
- A transformação da Smart Fit em ecossistema
- Por que a ação não acompanhou o crescimento operacional
- O que pode fazer o investidor estrangeiro voltar a olhar para a companhia
Comente: hoje você enxerga a Smart Fit como uma empresa de academias ou como uma plataforma/ecossistema?